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Arnaldo Jabor e Diogo Mainardi (crítica aos críticos).


Pensando sobre a baixa popularidade do meu blog, e de alguns outros que conheço e que merecem maior apreciação, notei duas figuras que fazem sucesso por seus textos. Textos que circula pela mídia impressa e virtual, vão dos blogs até os perfis pessoais de sites de relacionamentos. Falo de Arnaldo Jabor e Diogo Mainardi, ponderando sobre os dois, fiz um singelo exame acerca desses dois. Arnaldo Jabor é de uma profundidade que uma formiga atravessa com água nas canelas. Costuma discorrer sobre o comportamento popular adotando a postura de que deve falar mal de todo mundo porque é melhor do que todo o resto. O interessante é que o próprio “resto” são os que proporcionam sua fama e se divertem sendo criticados e ridicularizados. Para entender o comportamento popular de amor a Arnaldo Jabor, vamos citar exemplos. Ele fez algumas críticas clássicas ao programa Big Brother Brasil, sendo que os que se divertem com sua crítica são os mesmos que se divertem acompanhando o reality show pela televisão. Tem um texto do Jabor que gosto muito, se chama “A Bunda Dura”, gosto desse texto, pois ele circula de volumosamente pela internet. Comumente encontro no perfil do Orkut de algumas senhoritas tal texto, senhoritas essas que ironicamente vivem através de sua bunda. Falo com autoridade, pois algumas dessas já estiveram comigo pelo menos por uma noite, a tal da bunda dura, outras nem tão duras assim (percebem o motivo de gostar do texto). Mas esse é outro assunto. Voltando a falar dos textos do Jabor, não sei o que é pior, se o discurso inteligente-amebóide dele, ou os ridicularizados que o adoram. Algumas vezes até aparece algo interessante e me sinto livre para sorrir da “jeguice popular”, visto que não me enquadro nos fenótipos por ele exprobrados.

Diogo Mainardi, Diogo Mainardi... Esse deveria pedir um teste de DNA para tentar confirmar sua tão sonhada filiação a Arnaldo Jabor. Com seu insólito artigo semanal para a revista Veja, Diogo Mainardi continua sua infatigável e improdutiva luta contra o presidente Lula. Mainardi e Lula são como o Coiote e o Papa-Léguas (analogia asuumida pelo próprio Mainardi), por mais que Mainardi tente, o Papa-Léguas-Lula sempre escapa com seu o dom inexplicável o qual a natureza (ou seria o povo) lhe presenteou. Do Mainardi muitas vezes eu tenho é pena, ele ficou paranóico (talvez louco) pelo seu desafeto ao Presidente Lula. A figura do Presidente Lula é um tema que explorado, sobre qualquer viés, chama a atenção. É um homem que desperta sentimentos em opostos, ou você o ama ou o odeia. E nessa obstinação Mainardi leva entretenimento a outros que partilham de sua dor. Acompanhantes eufóricos por ver mais algumas palavras ríspidas direcionadas ao Presidente. E nosso Presidente Papa-Léguas não perde uma oportunidade de falar asneiras, contribuindo para o entretenimento eterno que Diogo Mainardi emana semanalmente.

E eu onde fico nessa história? Que tipo de blogueiro sou? Essa resposta fica nos comentários dos leitores.

12 comentários:

Mônica Fernandes disse...

Bem, Livigstone, como comentei anteriormente para você, estava ansiosa para ler sua crítica principalmente a Arnaldo Jabor, posto que este costumo ler, sem culpa ou vergonha alguma.
Todos tem direito a liberdade de expressão, tanto você, eu, os demais assim como Jabor.
Todos nós somos livres para lermos, interpretarmos, nos identificarmos ou não com os textos ou qualquer outra forma de expressão.
Não defendo o Jabor, mas existem textos que aprecio e muito, outros não. Como ficou bem explícito em sua crítica, você não é fã da pessoa em questão e isso é totalmente respeitável. Assim como deve ser respeitado à forma como ele expõe suas ideias e as pessoas que as apreciam. Em suma, é apenas a admirável liberdade de expressão para todos!

Ótimo post!

Sérgio Ricardo disse...

Livi,

Concordo com tudo sobre o Jabor. Ainda não entendi de onde vem tamanha autoridade desta criatura. E ainda cobra caro para dar palestras vazias, sempre cheias de pessoas que acho que só querem mostrar que stão lá.

Quanto a Mainardi, gosto do estilo metralhadora dele. Mas como também já disse, ele ficou paranóico por causa de Lula, como quase eu fiquei (ou será que estou e nego?). Uma pena, pois ele escreve bem. A analogia do papa-léguas, ele mesmo teve a coragem de assumir. O interessante e que conta a favor dele é que tudo que ele previa se concretizava, como foi o caso das telefônicas. Lula consegue sobreviver a um mensalão escandaloso e a várias denúncias por causa de todo um cinturão protetor (permita-me roubar a expressão do filósofo Khun e seus paradigmas). Esse cinturão é baseado em dois pilares: uma máfia eficaz, capaz até mesmo de auto-sacrifícios, e a absorção descarada de inimigos, como ele fez, sem nenhum pudor de ambos os lados, com Mangabeira Unger.

Cara Mônica, seus comentários são sempre consistentes. Espero que você também comente no meu blog, dando-me tal honra.

Caro Livi, obrigado pelos seus comentários no meu blig, sempre imprescindíveis. Dê uma olhada e comente no meu post "O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante" e você vai ver que não em limito a ter nojo de Lula. Mas de toda a classe política, como você já viu também no post "Às vezes eles voltam".

(Meu comentário foi tão grande que acho que vou aproveitar ele para material de um outro post...)

Marcondes Alberto disse...

Com relação a ARNALDO JABOR é isso mesmo que você explanou ai. A atitude dele como comentarista é dissecar as mazelas em sociedade, mesmo que muitas vezes estas ridicularizem quem as esta assistindo ( ex: EU que aprecio suas opiniões).Todavia fazer jornalismo crítico apesar de exigir muita responsabilidade de quem esta opinando, é antes de tudo estirpar o máximo possível a veracidade dos fatos cotidianos.Pessoalmente entendo que ele faz muito bem isso, posto que por vezes ele não se isenta de nos seus comentários incluir-se como participe das ridicularidades práticadas por todos nós enquanto cidadãos, ou seja, nem JABOR escapa do " fuzilamento" opinativo produzido pelo próprio.

lilianfayef disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
lilianfayef disse...

Amorzinho, esse povo ganha dinheiro pq escreve essas coisas, portanto não passa de uma relação de consumo, quanto mais leitores, mais coisas do gênero serão produzidas. Como não leio Jabor e passo a página da Veja quando vejo Mainardi só tenho mais uma coisas a acrescentar: kdÊ o próx. post?
xeru

Livigstone Tavares disse...

Pelos comentários pude extrair que: Mônica é fã de Arnaldo Jabor, Sérgio Ricardo gosta de Diogo Mainardi, Marcondes e Lilian preferem Livigstone Tavares. kkkkkkkkkkkkkkk

Sérgio Ricardo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sérgio Ricardo disse...

Na verdade Sylar, não sou propriamente fã de Mainardi. Mas a gang Lulista não se dá ao trabalho de desmentí-lo, pois o pior é que não consegue. Mainardi chegou ao cúmulo de prever o escândalo da telefônica com meses de antecipação. Ninguém fez nada e o nosso digníssimo presidente sancionou a conhecida compra. Na Itália, os responsáveis estão presos. É típico de um regime político desqualificar os meios de imprensa que lhe fazem oposição, como se isso fosse proibido. Na época dos horrorosos FHC e Sarney, todo mundo metia o pau. Agora, todo mundo briga pelo presidente, que tem nas mãos até, pasme, a UNE. Até o famoso CQC sai metralhando todo mundo mas poupa Lula de forma suspeita. Têm medo ou foram também cooptados? Ora, todo mundo teme brigar e perder votos ou audiência tendo em vista os índices de popularidade do eterno viajante. Até o cozinheiro Serra. Bater em quem toma cacetada de todos os lados é fácil. Ser unanimidade é cômodo. Sou a favor de que haja sempre oposição consciente a qualquer governo. Quando não existir mais, será o fim.

Livigstone Tavares disse...

Eu entendo "Leão do olimpo", sua afeição pelo Mainardi se dar interesses em comum. E se tratando de Lula, é completamente compreensível. O senhor com seu comentário me chamou a atenção a um detalhe que me havia passado desapercebido. Realmente o CQC que detona "tudo" deixa Lula totalmente de fora. É uma vergonha que a impressa se prive de explorar a realidade por medo e ganância por audiência. Obrigado pelos ricos comentários Tio.

Nika disse...

"O interessante é que o próprio “resto” são os que proporcionam sua fama e se divertem sendo criticados e ridicularizados. "
PERFEITO!rsrs

scheila disse...

Bom, não poderia deixar de comentar algo sobre os artigos que li. Também não me enquadro nos fenótipos por ele explorados, mas gosto de alguns de seus artigos.
Eu gosto dos tipos variados de assunto que você publica no seu blog. Parabéns, apesar de que acredito que é um elogio já esperado por você de todos aqueles que leem.

Anônimo disse...

Esse post jah é antigo, mas vou tentar dizer onde penso que reside ao menos 50% dos problemas de Jabor e Mainardi, principalmente Mainardi. Que ambos sao fascistas e entreguistas, nao ha muito o que questionar. O interessante eh conhecer a genese de suas complexas personalidades. Quem conhece as elites brasileiras e como lidam com o vai-e-vem do bem-nascido ao primeiro mundo, entende em parte o sentimento presente em seus textos. Ali Kamel (des)explica. Eles sofrem de um complexo de inferioridade, de colonizado, e uma vergonha do espelho tremenda. O racismo compoe 50% da fonte de seus odios, vejam o pobre Mainardi, que, se jogado no Arizona seria linchado. Ser "escurinho" eh o que mais doi na alma dele. Sabe que os europeus, que jamais o levariam a serio, o consideram um macaquinho brasileiro. A razao pela qual ocupa espaço no Brasil, apesar de sua pobreza tecnica, eh pelo vacuo intelectual do Brasil. Somos um pais onde musicos correspondem parte importante da classe pensante: ficamos esperando pela opiniao de divas como Caetano Veloso sobre nossas vidas e politicas. Eh obvio que uma criatura complexada e odiosa como Mainardi consegue espaco. E a genese do seu odio eh o espelho: ele odeia ser brasileiro, porque o Brasil nao "funciona" como a Europa, ele odeia ser "escurinho" porque na funcionante europa, olham para ele e pensam "esse eh do mexico", ele odeia tudo. Ele odeia o espelho.

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